O Job for Model, startup que conecta modelos com empresas interessadas em contratar profissionais para campanhas, feiras, eventos e outros ‘jobs’ sem a intermediação de ‘bookers’ e das agências, anuncia que recebeu investimento aproximado de R$1 milhão de um grupo formado pela aceleradora ACE, onde já vinha realizando programa de aceleração, e três organizações de investimento anjo: Latin American Angels Society (LAAS), STH Angels e Brunel Advisors.

O capital será aplicado principalmente em desenvolvimento tecnológico, marketing e em operações.

Fundada pelo administrador Filipi Russo e a modelo Juliane Rudolph, que decidiram deixar suas carreiras para investir em um negócio criado a partir da experiência pessoal de Juliane no mundo da moda e do interesse em empreender de Filipi, que trabalhava em um banco de investimento, o Job for Model vem crescendo rapidamente com um modelo de marketplace online onde as empresas podem publicar suas ofertas de trabalho.

Os modelos que se encaixam no perfil procurado recebem as oportunidades e, caso aceitem, participam do casting virtual, evitando que precisem se deslocar para concorrer ao ‘job’ sem a certeza de que serão contratados.

“Agora, com esta nova injeção de capital e a entrada dos novos investidores vamos ganhar ainda mais tração para consolidar nossa liderança de mercado em 2017, reforçando nosso pioneirismo e posicionamento como a agência virtual mais confiável para contratação de modelos profissionais”, diz o CEO Filipi Russo.

“O setor de contratação de modelos vai mudar muito nos próximos cinco anos e o Job For Model desponta com um posicionamento de liderança nesse sentido. No estágio que a empresa está, a ACE costuma entrar em rodadas de investimento que variam de R$800 mil a R$1 milhão”, explica Pedro Waengertner, cofundador da ACE.

“Durante os primeiros 11 meses da startup, o crescimento foi fantástico e superou nossas expectativas. Com os recursos dessa nova rodada, a empresa poderá aumentar os investimentos em marketing para continuar ampliando as vendas”, diz Francisco Ferreira, da STH Angels.

A grande inovação da startup está em uma remuneração mais atraente para os modelos e preços mais acessíveis para quem precisa contratar. O Job for Model cobra 20% de comissão, ou seja, 80% é depositado direto na conta do modelo, enquanto nos trabalhos para agências o profissional recebe cerca de 44%. Já as empresas pagam 20% menos do que os cachês praticados pelas agências. O modelo deu tão certo que em apenas um ano alcançou a marca de mais de 5 mil modelos e 2 mil empresas cadastradas, entre elas Americanas, Besni e Mary Kay.