* Por Bruno Perin

Desistentes por profissão

Quantas vezes você disse essa frase em um momento que sentiu extrapolar algo? Aquela sensação de afirmar que chega, algo não faz mais sentido para você e é simplesmente momento de largar de mão… Aquela sensação de alívio começa a tomar conta e um peso lentamente começa a escorregar das suas costas, quase como depois de brincar algum tempo com uma criança pendurada nos seus ombros.

É muito comum falarmos isso em projetos que estamos começando, quando encaramos normalmente uma nova atividade, aprendizado, geralmente novo.

Esses dias aconteceu comigo… E por isso desse artigo.

Esquecemos do normal

Principalmente por lidar com fomento ao Empreendedorismo de Alto Impacto – Startups – estou sempre buscando as novidades, conceitos, técnicas e tantas coisas que a galera está fazendo para experimentar e aprender, e depois mostrar ao pessoal o que está rolando de legal.

O que acontece algumas vezes é que, como toda novidade, queremos aquele resultado maravilhoso que vimos em outras pessoas, ou esperamos pelo menos aquela facilidade de aplicação e como os deve ser o início de quase tudo, somos meio desastrados.

A primeira vez que você dançou, dirigiu, fez feijão (o meu primeiro eu queimei tão feio que a casa ficou cheirando mal por dias)… Inícios são desastrosos, mas isso é normal.

E infelizmente esquecemos.

“Nossa mente aprendiz em começos é o que nos permite absorver o que será necessário para as novas jornadas”

A irritação de bater a porta do carro no dedo

Não tem como não ficar chateado e bravo logo quando acontece, é algo que desperta uma ira. Dá errado!

Você está no início, parece mais fácil do que é, você quer alguns resultados específicos e a coisa não é bem assim… Você se chateia.

Vários pensamentos vem a mente:

  • Será que me mentiram?
  • Será que não nasci para isso?
  • Será que não é o meu momento?

Muitos choques vêm com essa brabeza um senso de que – Agora deu! Não faz sentido eu passar por isso.

Viagens para lugares novos abrem sua mente

Já se ligou quando você vai viajar para um lugar bem diferente, o quanto sua mente se abre para um novo jeito de viver, pensar, socializar? Sua mente conhece isso e fica muito aberta a como as coisas podem ser feitas…

O que notei com essa minha última experiência, diga-se de passagem extremamente desastrosa, e que me decepcionei muito comigo mesmo, por ter falhado feio, foi que depois da sensação horrível disso, o seguinte insight assumiu o posto mais chamativo na minha mente Nossa, quanta coisa posso evoluir.

Parei e fiquei pensando no potencial de que já vi algumas pessoas fazerem aquilo e como trouxe resultados legais, e que comigo tinha sido pavoroso, mas significa que tinha muito a evoluir e isso era bacana.

Esse podcast pode lhe ajudar se quiser ter um atitude mais intensa sobre algo – Como 30 Dias Podem Mudar Seu Conhecimento E Motivação Para Empreender Com Startups.

A lição por trás do arco-íris

A raiva de ter tantas coisas erradas, comecei a perceber que agora tinha tanta coisa que poderia ajustar que a próxima vez seria muito difícil de ser tão ruim, talvez só meio ruim, ou pouco ruim… Mas fiquei animado com tanta coisa que daria para fazer…

Portanto, no momento que você diz – Agora deu!

Pode ser justamente o momento que muito você tem a evoluir… Pense sobre isso, antes de jogar a toalha.

“As falhas mais dolorosas são os atalhos os talhos mais difíceis e também os melhores para a evolução”

Esse vídeo complementa o artigo:


Bruno PerinBruno Perin, um cara Free LifeStyle, empreendedor, consultor, palestrante e escritor. Autor do livro – A Revolução das Startups. Pioneiro na combinação dos conhecimentos em Startup, Empreendedorismo, Marketing e Comportamento Jovem alinhado a Neurociência. Busca das formas mais diferentes, malucas e inusitadas possíveis desenvolver pessoas e negócios que façam a diferença no mundo, de jeito divertido, valorizando a vida e o agora.